domingo, 6 de agosto de 2017

O Benchmarking e os erros a evitar pela PME

Em primeiro lugar, façamos uma revisão sobre o conceito de benchmarking. É a busca das melhores práticas na indústria que conduzem a um desempenho superior. Trata-se de um processo positivo e pró-activo em que uma empresa analisa como outra realiza uma função específica, a fim de melhorar a realização da mesma ou de uma função semelhante. Benchmarking é assim um processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas; as "cargas" usadas chamam-se benchmarks.

No empreendedorismo há risco, mas sabe-se que maior risco maior rentabilidade, assim como menor risco menor rentabilidade. Este dilema e o posicionamento do empresário consiste na gestão do risco, que tem que ser pensada e controlada com as boas ferramentas disponíveis. No negócio, é importante aquilo que vendemos, mas é mais importante a forma como ajudamos o cliente a comprar. Como afirma a consultora Nível Horizontal "não podemos fazer o trabalho de hoje com os métodos de ontem e continuar no mercado amanhã".

O empreendedorismo comporta riscos, pelo que é necessário a PME conhecer casos para os evitar.  Seis riscos do empreendedorismo - Erros que cometi e não volto a repetir!


Se clicou no link atrás indicado, ficou com as tais ferramentas a que nos referimos anteriormente. São essenciais para estar nos negócios nos dias de hoje.






































































































sábado, 29 de julho de 2017

Para a PME - Como serão as Vendas no Futuro?

A PME tem que estar voltada para o Futuro e preparar-se para isso. A Inteligência Artificial (IA) e a Machine Learning são do Mundo Actual e também do Futuro e provavelmente a PME está a passar ao lado disto tudo. Um bom artigo para consultar sobre este tema pode encontrar aqui! O artigo refere que são 5 os motivos para trabalhar com uma Agência de Inbound Marketing e CRM e essas razões estão indicadas no post atrás referido.  Mas há mais temas a chamar a atenção da PME, dado que o post atrás indicado termina com uma frase bombástica para os negócios e que consiste em "inovar ou morrer". A verdade é que se a empresa parar de inovar, de alguma forma, ou o fizer com demasiada rigidez, diminui as suas possibilidades de crescer. Uma das questões essenciais é reconhecer o problema que existe com o modelo de vendas tradicional e como resolvê-lo; pode consultar outro post da mesma consultora clicando aqui! Talvez a PME esteja a gastar tempo de vendas com prospects (clientes potenciais) que de facto não têm valor ou a perder oportunidades realmente importantes que estão camufladas em listas de leads pouco valiosos (consumidores interessados no produto ou serviço).

terça-feira, 18 de julho de 2017

Como saber que serviços de Inboud Marketing precisa para exportar?

Nas exportações, as PMEs têm que utilizar o Marketing Digital e o Inbound Marketing. Aprender a saber quais os serviços de Inbound Marketing que vai precisar é essencial nos dias de hoje. Se clicou na frase anterior, esse é o primeiro passo para estar actualizado.

Mas também tem que saber fazer avançar o Prospect no chamado Funil de Compra com Marketing Automation. Ao clicar neste link, ficará com 4 importantes sugestões, essenciais no marketing  de hoje: (1) Melhorar as campanhas de e-mail gota a gota; (2) Fazer Newsletters personalizadas "mesmo"; (3) Não esquecer os workflows com base em eventos; (4) Usar conteúdo inteligente, sendo este último o mais importante.

Aqui entra mais uma vez a minha chamada de atenção para a importância dos primeiros pioneiros do marketing internacional, nos anos cinquenta e sessenta do século XX, muitos dos quais ficaram conhecidos como "Dinossauros do Marketing". Esses, alguns já não estarão entre nós, certamente evoluiriam com o novo contexto global. As coisas mudam e vale a pena lembrar o que mudou, embora seja já bem sabido: computação; novas tecnologias da informação e comunicação; Internet; Redes Sociais, entre outras mudanças. Ora acontece que também está neste momento a assistir-se a grande pioneirismo na área do Marketing: são os Pioneiros do Marketing Digital. Conheça como pode exportar e vender mais com o seu Website.

domingo, 9 de julho de 2017

Sugestões importantes para os negócios das PMEs

Senhor empresário de PME, o futuro dos negócios está nas suas mãos. O contexto mundial e tecnológico vai levá-lo a grande distância em relação ao marketing que está a fazer agora. Não só parte do seu marketing tem de basear-se na Internet, incluindo as redes sociais, de modo adequado, mas também tem de saber "como fazer" e principalmente ter mentalidade aberta para aceitar e experimentar novos paradigmas. Se clicou em "como fazer", viu que a Internacionalização neste momento é diferente do que era no século XX.

A publicidade tradicional está ultrapassada e quem a utiliza tem que saber associar o Marketing Digital, sobretudo ao Inbound Marketing. Existe muita publicidade tradicional nas TV's, mas fazendo parte de campanhas inovadoras. Não é excessivo afirmar que se continuar a fazer tudo como dantes então o seu negócio morrerá, com crise ou sem crise.

 Como construir a Máquina de Marketing e Vendas do futuro? É um tema essencial e também o tema "SMarketing no mercado global". O que é ser uma empresa SMarketing? Tem de integrar os departamentos de Marketing e Vendas de forma a que sejam como um só. O gestor tem de ser também um empresário SMarketing, isso mesmo, nem Sales nem Marketing, mas SMarketing. Os outros temas que deve conhecer são: estratégia digital na exportação; onde ultrapassar a concorrência; o papel das redes sociais; tecnologias para criar a empresa SMarketing.

Em último lugar neste "post", apresento vários exemplos inspiradores para implementar as suas vendas através do Inbound Marketing. Consultando os exemplos, ficará com novas ideias para repensar o seu blogue, utilizar as redes sociais, bem como o email marketing.

sábado, 24 de junho de 2017

Marketing para que te quero - A responsabilidade social e o inbound marketing

Uma aposta essencial da PME Exportadora é conseguir manter os seus clientes e, sobretudo, manter os melhores clientes. Se já começou a usar as ferramentas no marketing digital, deve consultar o post sobre Vender Mais Mantendo os Clientes Felizes. É claro que a expressão felizes, muito usada no marketing, é apenas aquilo que mais tradicionalmente se chama "nível de satisfação dos clientes", e que muitos de nós classificamos de 1 a 10 quando solicitados a fazê-lo em inquéritos telefónicos. As PMEs têm consciência que a concorrência é muita e que se torna necessário manter os clientes e sobretudo manter os melhores, porque são estes que fazem o bom "passa-palavra", testemunhando a suas experiências.

Mas vale a pena saber que Portugal é um país razoavelmente exportador, e conhecer qual a sua posição entre os exportadores mundiais contribui para conhecer o comércio internacional. Na outra face da mesma moeda, ou seja, no comércio internacional, estão os grandes importadores mundiais. Se clicou na última frase, ficou pelo menos a saber quais são os dez maiores países importadores. Mas os dez maiores não chegam para conhecer os que lhe interessam. Fique a conhecer um pouco mais sobre as importações mundiais de mercadorias.

Mas o mais importante do post de hoje, e que está indicado no título, é mostrar alguns casos da consultora Nível Horizontal, que dá exemplos interessantes em como o inbound marketing é utilizado para divulgar casos que exigem que os cidadãos estejam atentos, não somente a certas situações importantes, mas também às novas técnicas de marketing: "Exemplo de Inbound Marketing na Responsabilidade Social".

quarta-feira, 7 de junho de 2017

China - Conheça este mercado - Sabe o que é "Uma Faixa Uma Rota"?

Conhecemos pouco a China longínqua, mas sentimo-la cada vez mais perto de nós, pelas razões mais óbvias e pelos motivos mais ignorados. As razões óbvias, desde há muitos anos, são as lojas chinesas, as imitações de tudo o que se vende no Ocidente, mas a baixos preços, e conhecemos alguns chineses (trabalhadores inveterados) mas também, há menos anos, é bem conhecida a entrada em Portugal de grandes investimentos chineses. Do mesmo modo, quase todos os portugueses, através da comunicação social, sabem que a China se tornou uma das maiores economias do mundo; presentemente é a 2ª maior economia, quando até agora era apenas o país com a maior população do mundo. Acresce que, algumas empresas exportadoras portuguesas estão já a vender para a China, seja em início de exportação, seja com planos para futuramente exportar. Tudo isto se passa, mas torna-se cada vez mais necessário conhecer melhor um mercado que há já várias décadas está a ser trabalhado por multinacionais norte-americanas e europeias, através de marcas bem conhecidas, desde automóveis até produtos de higiene e cosméticos. Os estudos que se fizeram para penetrar naquele mercado são difíceis de conhecer, mas os percursos das principais marcas são evidentes e mostram seguramente que o mercado é como qualquer outro, ou seja, tem aspectos gerais, em que os consumidores revelam comportamentos semelhantes a qualquer consumidor do mundo, e tem aspectos específicos e locais, como qualquer mercado, e que devem ser conhecidos, antes de se pensar em vender naquele país. Claro que a entrada no mercado tem de ser planeada.

Refira-se que uma grande empresa de estudos e auditoria sediada em Londres (Ernst and Young) prevê que daqui a quinze anos (cerca de 2030) aproximadamente dois terços da população mundial de classe média estarão na Ásia-Pacífico, sobretudo na China. Presentemente com 150 milhões de consumidores de classe média, a China poderá ter mil milhões nessa altura, o que representa um mercado enorme para as empresas norte-americanas e europeias. Actualmente, o mercado chinês representa para as empresas norte-americanas à volta de 250 mil milhões de dólares. Ou seja, apostar no mercado chinês não é utopia, mas sim uma previsão baseada em dados actuais, consoante a indústria em questão.

Ora acontece que, desde a enorme crise de 2008, que para muitos analistas ainda não foi totalmente ultrapassada, a China constatou que se verificaram grandes e profundas mudanças a nível mundial que, pela sua complexidade, levam que a economia mundial esteja a recuperar lentamente e o desenvolvimento global está muito desigual, sendo que muitos países encontram dificuldades no seu desenvolvimento.

Verificando que o mundo se encontra numa nova fase de globalização, e que a própria China começou a enfrentar alguns desafios, como seja desaceleração económica, início de um tipo de economia especulativa, com bolha imobiliária e ainda créditos bancários mal parados, o governo chinês, designadamente o presidente Xi Jiping, anunciou em 2013 uma iniciativa ambiciosa chamada Uma Faixa Uma Rota e a Nova Rota da Seda Marítima do Século XXI.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Exportar para o Reino Unido pós-Brexit - O novo processo de vendas

Em Junho de 2016 o Reino Unido, em referendo, decidiu pelo Brexit. Começaram desde logo a surgir questões aos exportadores para o Reino Unido. As matérias de política irão certamente ser debatidas longamente, enquanto ao mesmo tempo os aspectos económicos se vão começar a sentir, sobretudo a médio prazo. O governo e as instituições competentes, nacionais, europeias e internacionais, irão dar toda a atenção aos temas que lhes dizem respeito. Por seu lado, as associações empresariais irão estar também muito atentas. Mas o que é da competência única dos empresários é a preparação do seu marketing. É o tema que este "post" vai abordar.


O mercado do Reino Unido tem uma população de 65,7 milhões de pessoas (2016) e uma previsão de 66 milhões para 2017. Acresce que, em 2016 (último ano completo disponível), o RU foi o quarto destino das exportações portuguesas de bens e serviços, tendo os primeiros três mercados sido Espanha, França e Alemanha. O "ranking" em 2015 deve ter-se aproximado muito deste, pelo que Portugal deve ter a preocupação de olhar para os seus principais mercados com realismo. Dado que Angola é um mercado em que a formação bruta de capital fixo passou dos dois dígitos há dois ou três anos, para menos de 6%, enquanto Espanha nem sempre tem boas uma previsões de crescimento e o ano passado até esteve em abrandamento económico, isto significa que não podem as empresas contar apenas com os restantes destinos europeus. Com o Brexit, há que pensar no marketing para a actividade futura no Reino Unido.


Vejamos o crescimento do PIB em Espanha: está a abrandar de 2,5% em 2015 para 2,0% em 2016 e 1,5% em 2017 (previsão). Por seu lado, em Angola, o crescimento do PIB continua bastante bom, mas a formação bruta de capital fixo passou de 13,3% em 2013 para os 5,6% previstos para 2016. Quanto às importações angolanas, estas estacionaram entre 2013 e 2014, e as exportações diminuíram um pouco entre esses anos. Em relação aos principais países fornecedores de Angola, a situação foi a seguinte: em 2013 o 1º fornecedor foi Portugal e o 2º foi a China; mas em 2014 a posição inverteu-se, o 1º foi a China e o 2º Portugal. Nos países clientes de Angola, quer em 2013 quer em 2014, o 1º cliente foi a China e o 2º foram os EUA. Assim, Espanha e Angola são destinos tradicionais para as exportações portuguesas que podem tornar-se difíceis. É por isso que as exportações para o RU são importantes, embora também se prevejam mais difíceis, não a curto prazo, mas a médio prazo.

Entrando nos números do comércio de Portugal com o RU, a situação é a seguinte: as exportações de bens e serviços para o RU em 2014 foram 6158,3 milhões de euros, as importações foram 3187,0 milhões de euros, a taxa de cobertura foi 193,2%. Mas as exportações só de bens foram em 2014 de 2939,0 milhões de euros, as importações foram de 1809,0 milhões de euros, a taxa de cobertura foi 162,5%.

Os principais grupos de produtos exportados para o RU em 2014, por ordem decrescente, foram máquinas e veículos 32,8% do total, vestuário 9,9%, metais comuns 7,2%, produtos alimentares (onde se incluem os vinhos) 6,9%, plásticos e borracha 6,2%, produtos químicos 5,7%. Este grande conjunto perfaz quase 70% do total exportado para o Reino Unido. Para terminar a parte dos números, refere-se que o acréscimo das exportações para o RU entre 2013 e 2014 foi 12,5% e o aumento entre 2014 (janeiro-julho) e 2015 (mesmo período) foi 13,8%. Ou seja, o andamento estava a ser favorável.

Mas o marketing das empresas que exportam para o Reino Unido tem que ter em atenção aspectos a que já davam relevo anteriormente, mas em que agora não poderão falhar. Um deles é a existência de uma marca que se promova em termos convencionais e online, sendo essencial que o marketing seja global. As vendas online só são necessárias como complemento, porque as vendas do produto a exportar têm que ter um distribuidor, que pode constituir-se sob a forma de parceria. A fim de poder analisar melhor o seu marketing do futuro para o Reino Unido, poderá contactar a consultora Nível Horizontal. Com esta consultora poderá impulsionar o seu negócio através de uma Agência de Inbound Marketing Certificada Hubspot, e poderá também apostar em 2017 nas Vendas Inbound em vez de Vendas Tradicionais, e poderá ainda utilizar outros meios de Marketing Digital avançado.

Também irá ter acesso a um processo de vendas facilitado, faça o link em o processo de vendas no seu bolso. Assim, se estiver numa feira de negócios, ou num telefonema em trânsito, ou numa reunião sobre qualquer assunto, pode fazer um intervalo e avançar com o seu processo de vendas. Tem que usar as novas tenologias para mudar o seu paradigma de marketing no Reino Unido, agora que o mercado será mais difícil.