sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Potencial do Turismo no Alentejo

O turismo constitui, desde há muitos anos, uma actividade de elevado potencial em Portugal, sobretudo quando a Península Ibérica nos anos 70 e 80 do século XX começou a ser um destino mais seguro do que o Norte de África. No século XXI esse efeito reforçou-se, devido a muitos factores, e assistimos actualmente em Portugal a uma espécie de euforia na actividade bastante evidente. Entre todas as regiões turísticas interessantes em Portugal, e são muitas, salientam-se as que têm sido mais promovidas, como o Algarve, Lisboa, a zona da Linha do Estoril-Cascais, e recentemente o Porto. No entanto, venho neste post destacar o Alentejo, que também começou a dar que falar, não só pelas localidades interessantes com Castelos dentro de muralhas no alto das serras junto às cidades, mas também pela vastidão do Alqueva (1.200 km de margens) que constitui o maior lago artificial da Europa, ocupando uma grande área (250 km2) do Alentejo interior.

Castelo de Vide tem o seu castelo para visitar, as ruas típicas e as casas alentejanas coloridas de flores, bem perto vem Marvão, também com o seu castelo, e ainda Portalegre, completando o trio de serras no alto Alentejo. Mais longe pode visitar-se o Castelo de Monsaraz, um dos mais belos do Alentejo.

Presentemente, as agências de viagens têm websites e utilizam o marketing digital para atrair clientes nacionais e estrangeiros, mas convém salientar que a área digital é das que pode proporcionar maiores avanços na promoção turística, dado que desde a marcação de voos atá à escolha de dos locais de visita e estadia, a Internet está a ser cada vez mais utilizada. Para que possa conhecer novas estratégias de comunicação vou incluir um link muito inovador.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Vinho do Porto - Exportar mais em 2018

Vinho do Porto, um dos vinhos portugueses mais conhecido em todo o mundo. Ficou com este nome, a partir do século  XVII, por ser exportado a partir do Porto para todo o mundo. É produzido com as uvas da região demarcada do Douro e armazenado nas caves de Vila Nova de Gaia.

É um produto com grande tradição e uma distribuição já muito consolidada, no entanto, há ainda lugar para inovação na forma  de aumentar o número de clientes. Isto porque a distribuição no século XXI atravessa grandes alterações, a que todos os produtos se têm que adaptar, sem prejuízo de manterem os clientes habituais.

As exportações de Vinho do Porto engarrafado em 2016 (último ano completo disponível) foram de 661 milhões de euros, um pouco inferior a 2015, em que foram de 679 milhões de euros. Do mesmo modo, em 2017 (Jan/Nov) o valor exportado foi de 600 milhões de euros, enquanto no ano de 2016 (Jan/Nov) fora de 606 milhões de euros. Independentemente das razões (ainda é cedo para fazer essa análise), pode concluir-se que vale a pena desenvolver formas modernas de exportar.

Nesse sentido, vou apresentar os artigos em link: "4 Ferramentas para uma Estratégia de Prospecção 4.0" e ainda "5 E-mails de Prospecção para Produtos/Serviços Complexos". Penso que podem ser úteis para desenvolver as vendas no futuro.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Como escolher uma forma moderna de exportar na época do Natal

Com a época do Natal instalada, e a necessidade de vender para o exterior, todas as empresas  estão preocupadas em como aceder à classe média (média-baixa, média-média e média alta). Como é óbvio, muitas empresas ficam sem saber qual o nível do poder de compra dos clientes potenciais, como desenhar as estratégia e sobretudo como vender (apresentar os produtos, definir preços, promover os produtos, enfim desenhar o marketing). Isto acontece porque as empresas têm que continuar e aumentar a sua actividade (delas é que vem o emprego e o verdadeiro crescimento).

Acontece que os consumidores (internos e externos) continuam a acreditar nas marcas. Porquê? Essencialmente por motivos de identificação, sobretudo nas roupas e afins, nos carros (mesmo sendo baratos ou em 2ª mão) e em tudo o que se relaciona com a sua própria imagem. Noutros casos, por exemplo, os consumidores acreditam nas marcas com bom design para colocar em casa e utilizar, por questões de conforto e bem estar ou mesmo pelo gosto em receber amigos (pela imagem). Na alimentação, a preocupação principal dos consumidores vai para a qualidade, seguida do preço, pondo a qualidade em primeiro lugar, mas ficando sempre, no acto de compra, sujeitas ao preço. Tudo isto, em princípio, toda a gente do marketing sabe (e muito mais sabem os "marketeers"). No entanto, para muitas empresas surge o problema de os consumidores (devido à crise) terem perdido a capacidade de continuar a comprar certas marcas. Por esse motivo, todas as esperanças estão postas nas exportações. Mas para exportar é preciso ter ambição!


A nível pessoal, chamamos por vezes ambicioso a alguém que tem objectivos grandiosos e damos a essa característica um peso negativo, simplesmente porque essa pessoa confundiu-se no caminho que seguiu, tomou más decisões e teve opções incorrectas, que levaram a resultados deploráveis. Ora o que acontece é que a ambição não tem necessariamente de ter uma carga negativa, como vulgarmente se diz de alguém muito ou demasiado ambicioso. Isto porque não há sucesso sem ter havido uma verdadeira ambição. Há bastante tempo, na Revista do semanário Expresso, li um artigo do professor e físico Carlos Fiolhais que colocou no título “O Destino é uma Ambição”. No artigo, o professor chama a atenção que, "os nossos séculos XIX e XX não foram grande coisa, mas fomos muito importantes no século XVI e não há nenhuma razão genética para não voltarmos a ser determinantes no futuro”. Faz considerações sobre a falta de organização dos portugueses (e tem certa razão - tem-se falado muito neste aspecto) e refere que todos nós “precisamos também de estar de acordo sobre a forma de arrumar o que está desarrumado”. Faz ainda comparações justas com os norte-americanos e alemães, mas destaca um aspecto que é adaptação. Continua, afirmando que “Os portugueses deixam-se influenciar pelo ambiente onde estão. Lá fora, funcionam muito bem”. Quase no fim do artigo, acaba por salientar que “no século XVI estivemos no sítio certo na hora certa e tínhamos uma vontade decorrente da curiosidade”. Ora o que o professor Fiolhais escreve não é de todo saudosismo, antes pelo contrário, é muito motivador e a comunicação social portuguesa tem um papel importante na motivação dos portugueses em geral.

Pois bem, na era da internet e até da inteligência artificial, há que ter abertura às novas tecnologias nas exportações. Assim, vou indicar uma forma interessante de ter um chat no seu website, que será útil nas suas vendas de Natal. Leia o artigo "Deve ter um chat no seu website! Porquê?"

domingo, 5 de novembro de 2017

PME - Exportar mais e mais em 2018

Uma das mais importantes recomendações às PME é a de criar conteúdo de blog para atrair compradores internacionais. A segunda recomendação é fazer a promoção dos posts à medida que os for colocando no blog. Terceiro, não se pode esquecer da optimização do blog para os motores de busca e da partilha de conteúdos nas redes sociais, de levar convidados a fazer posts em blogs, etc. Muitas sugestões, a que modernamente se dá o nome de dicas, encontra em excelentes artigos da Consultora Nível Horizontal..

Em suma, vou falar agora da importância do blog no processo de internacionalização e aproveito para perguntar se tem o website preparado para a rentrée. Se clicou na frase sobre a importância do blog, tem mais uma vez um post esclarecedor para consultar com atenção. Quanto a ter ou não o seu website preparado, deve estar sempre actualizado, porque existem muitas inovações a ter em consideração no marketing digital. Vale a pena consultar especialistas para ver como exportar mais neste Natal e em 2018, ver sugestões gratuitas para potenciar o seu social selling e para iniciar a utilização da inteligência artificial nas vendas.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Como serão as vendas no futuro?

Há muitos anos que muitos portugueses viajam para a China em turismo. Mas, gradualmente, começaram também a exportar para aquele país, tão longínquo. O mesmo acontece para outros países asiáticos. A internacionalização das empresas está a tornar-se cada vez mais variada, em termos de opções. Já lá vão os tempos em que tudo começava na ida a uma feira internacional ou numa missão empresarial. Há muitos anos que existe uma mudança, como pode ver se clicar em Os novos modelos de internacionalização

Acresce que são já muitos a dizer que o futuro dos seus negócios está nas suas mãos se, naturalmente, tiver a mente aberta ao tomar decisões. Verá que o contexto mundial e tecnológico poderá conduzi-lo a grande distância em relação ao marketing que está a fazer agora. Não só uma parte do seu marketing tem de basear-se na Internet, incluindo as redes sociais, mas também tem de saber "como fazer" e principalmente decidir aceitar e experimentar os novos paradigmas. O inbound marketing é essencialmente uma estratégia que permite ter os seus clientes potenciais (prospects) a encontra-lo a si, em vez de ser o senhor empresário a encontra-los a eles. Associado a esta estratégia está o marketing de conteúdo, a venda social, o comportamento do consumidor, etc. para garantir que quando os compradores-alvo andam online a procurar palavras relacionadas com o seu negócio, é a sua marca que encontram. Importante é referir que a optimização dos motores de busca (sigla SEO em inglês) mudou bastante nos últimos anos e está a ser menos acessível e cada vez mais com carácter técnico. Esta questão deve ser vista com atenção pelas empresas, sobretudo pelas PMEs Exportadoras.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

PME - A internacionalização é mais fácil do que imagina

Este "post" destina-se essencialmente às PME não exportadoras que enfrentam um mercado interno muito fraco. As exportações têm ajudado a economia, pelo que os mercados externos podem dar hipóteses a certas PME mais modernas e conhecedoras das novas tecnologias, porque geram novos clientes e dão perspectivas aos empresários, que não estão satisfeitos com a situação actual dos seus negócios. Acontece que muitas PME não exportadoras já pensaram várias vezes nesta solução, mas para isso é preciso tempo para delinear um plano, o que frequentemente não têm (nem tempo nem um bom plano) com tantos problemas financeiros urgentes e de curto prazo para resolver. Sugestões para continuar:

(1) É necessário, em primeiro lugar, admitir que a melhor solução de sobrevivência da empresa a médio e longo prazo é a internacionalização;

(2) Em segundo lugar, é preciso admitir que no momento actual na sua internacionalização tem que usar as novas tecnologias no marketing.

Assim sendo, neste post vou partilhar um importante artigo sobre a importância do blog no processo de internacionalização. 

Uma das mais importantes recomendações às PME é a de criar conteúdo de blog para atrair compradores internacionais. Outra recomendação é fazer a promoção dos posts à medida que os for colocando no blog. Não se pode esquecer da optimização do blog para os motores de busca, da partilha de conteúdos nas redes sociais, de levar convidados a fazer posts em blogs, etc. Muitas sugestões, a que modernamente se dá o nome de dicas, encontra no excelente artigo atrás mencionado.

domingo, 6 de agosto de 2017

O Benchmarking e os erros a evitar pela PME

Em primeiro lugar, façamos uma revisão sobre o conceito de benchmarking. É a busca das melhores práticas na indústria que conduzem a um desempenho superior. Trata-se de um processo positivo e pró-activo em que uma empresa analisa como outra realiza uma função específica, a fim de melhorar a realização da mesma ou de uma função semelhante. Benchmarking é assim um processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas; as "cargas" usadas chamam-se benchmarks.

No empreendedorismo há risco, mas sabe-se que maior risco maior rentabilidade, assim como menor risco menor rentabilidade. Este dilema e o posicionamento do empresário consiste na gestão do risco, que tem que ser pensada e controlada com as boas ferramentas disponíveis. No negócio, é importante aquilo que vendemos, mas é mais importante a forma como ajudamos o cliente a comprar. Como afirma a consultora Nível Horizontal "não podemos fazer o trabalho de hoje com os métodos de ontem e continuar no mercado amanhã".

O empreendedorismo comporta riscos, pelo que é necessário a PME conhecer casos para os evitar.  Seis riscos do empreendedorismo - Erros que cometi e não volto a repetir!


Se clicou no link atrás indicado, ficou com as tais ferramentas a que nos referimos anteriormente. São essenciais para estar nos negócios nos dias de hoje.